A investigadora e Directora-executiva do Instituto de Medicina Molecular assina um artigo de opinião, publicado no Jornal I, na edição de 6 de Janeiro passado, sobre a Investigação Básica e a imperativa necessidade do seu financiamento.


«Investigação básica: os alicerces do desenvolvimento científico 
Uma ideia recorrente, defendida por especialistas em economia e finanças durante a crise do sistema financeiro, é a de que as poupanças devem ser repartidas por vários tipos de aplicações, numa lógica de não colocar os ovos todos no mesmo cesto.

A razão para esta estratégia é até bastante simples: se as cotações da bolsa descerem drasticamente (ou um dos cestos cair, na analogia dos ovos), sobram os depósitos a prazo. É curioso, no entanto, que esta estratégia - de bom senso, afinal - não esteja a ser seguida para o financiamento da ciência, em particular na área das ciências da vida.»


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Fonte da imagem: página da ULisboa